terça-feira, 30 de novembro de 2010

Passos lentos....

Em passos lentos sigo meu caminho...
De maneira serena...Tranquila
Tranquilidade que você me passa
Isso é bom sinal...
Amadurecimento talvez....
Apenas, vou...deixo-me guiar
Com certeza de que tudo seguirá seu
Fluxo...contínuo em linhas convergentes...
Nunca paralelas
Nosso encontro já aconteceu
A garota acorda do sono
Abre a janela
E obseva o Sol batendo à sua janela...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Opinião saudosista...

Primeiro um caso....
Encontrei hoje uma amiga, na verdade uma velha conhecida de longa data, ela é loira, bonita, alta, bem nascida, filha´única, mãe de uma filha única também, mora com seus pais, pois assim como eu, separou-se também, e hoje em meio a chicletes e muitas risadas, chegamos a conclusão de que somos adultas-adolescentes, pois vivemos com nossos pais e nos comportamos como tal ainda, damos satisfações a eles, enfim, preservamos os valores adquiridos em anos de uma educação que aconteceu na ditadura, onde os valores sociais eram bem definidos e destacados, por isso é que mesmo a um passo dos quarenta anos nos comportemos assim...os valores ficam intrínsecos na vida da gente.....diferente da galera de hoje em dia, nascida na democracia, nos valores neoliberalistas de hoje em dia, na política da bolsa comida, do vale paletó, do papo furado na internet, neste voyerismo indiscriminado que são as redes sociais, talvez eu possa parecer moralista, ou me comporte como uma falsa moralista, mas a verdade nua e crua é que mesmo com tantas dores passadas na ditadura, não víamos pela tv ou pelo rádio, tantas mortes de pais e filhos, irmãos, pedofilia, tantos crimes, tanta impunidade, que vai além dos porões da ditadura...tenho plena convicção que tudo isso ocorria de maneira velada, escondida, mas, os valores, ah tenho certeza que também não se perdiam com tanta facilidade.
Estou meio saudosista hoje, tenho que me render a ele....pois os valores conservo até hoje...
Bjoss Erika

sábado, 13 de novembro de 2010

Me Chama

Me chama

Chove lá fora
E aqui tá tanto frio
Me dá vontade de saber...

Aonde está você?
Me telefona
Me Chama! Me Chama!
Me Chama!...

Nem sempre se vê
Lágrima no escuro
Lágrima no escuro
Lágrima!...

Tá tudo cinza sem você
Tá tão vazio
E a noite fica
Sem porque...

Aonde está você?
Me telefona
Me Chama! Me Chama!
Me Chama...

Nem sempre se vê!
Mágica no absurdo
Mágica no absurdo
Mágica!...

Nem sempre se vê!
Lágrima no escuro
Lágrima no escuro
Lágrima!...

Nem sempre se vê!
Mágica no absurdo
Mágica no absurdo
Mágica!...

Nem sempre se vê!
Lágrima no escuro
Lágrima no escuro
Lágrima!...

Bjos Erika:)

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Palavra boa....

As vezes acho que fui predestinada a dar palavras acolhedoras as pessoas, isso  tem me acontecido muito aqui na escola...em algumas situações fujo do pedagógico e vou pro pessoal como num piscar de olhos...me sinto bem com esta situação, porém, em alguns momentos absorvo energias negativas demais, então, num momento de fé, peço a Deus em minhas orações que me oriente, sempre da melhor maneira a resolver a situação x ou y...e Ele tem me orientado muito, percebi que hoje estou em um momento tranquilo, e isso é bom...
Vibrações positivas para esta segundona linda, se é que alguma segundona pode ser linda...a minha está sendo, e com um pôr-do-sol maravilhoso...
Beijos com gostinho de véspera de terça
:)

domingo, 7 de novembro de 2010

Caipirinha de Saquê!!!!!

Bem vamos lá....
Desde criança ela era ,meio medrosa...medos comuns, elevador, brinquedos em parques de diversões, a família e os amigos respeitavam seus medos, seus receios, enfim, cada um tem sua limitação ou limitações como era seu caso. Eu sempre fui mais corajosa digamos assim, acho que sou meio ovelha negra da família, casei grávida, me separei anos depois, enfim, tenho muitas histórias para contar, gosto da minha vida assim...mas, voltando a ela, nunca bebeu um copo de cerveja, nem nos dias mais quentes do verão, diferente de sua prima que adorava um botequim, um bar com os amigos para tomar uma cervejinha. Em um final de semana chuvoso ela vai a uma cerimônia de casamento de um casal amigo, casal endinheirado, bacana, festa legal, ambiente sofisitcado, e diante das tentações da noite,  viu-se a volta em uma tenda, onde bartenders, bonitos e sensuais preparavam caipirinhas de saquê, que são muito familiares ao meu paladar refinado, e ela diante de seus medos, sucumbiu-se a um gole da bebida originária da fermentação do arroz.
No dia seguinte, liguei para saber como foi sua noite, e ela me fez a revelação libertária:
Tomei caipirinha de saquê!!!
E eu do outro lado da linha fiquei perplexa:
Não acredito, vou publicar no blog.
Que bom que ela celebrou com caipirinha, por que só assim pôde saber o gostinho de uma bebida destilada, sem fazer apologia ao alcool, ou incentivá-la a beber, nossa mas eu fiquei literalmente surpresa com a novidade.
Um brinde, mas com saquê!!!
Beijos Dominicais
Erika



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Divagações....

Pensar como o outro pensa....
Sentir o que o outro sente...
Deduções inevitáveis...
O começo...
Divagar em pensamentos ocultos...
O vento sopra
A brisa
O beijo
O aceno
O desejo
Divagações inevitáveis
Insuperáveis
Inimagináveis
Simplesmente sinto
Imagino
Desejo


Beijos
Erika

domingo, 31 de outubro de 2010

Importâncias....

Hoje decide-se o rumo de nosso país, e eu fui cumprir o meu domingo cívico de trabalho à minha Pátria, confesso que meu voto foi meio infundado, meio cambaleante, antes de apertar a tecla verde, pensei em anular, mas, se eu anulasse meu voto iria para uma estatísca muito ruim, os chamados votos nulos...apertei a tecla  verde enfim, e vamos ver no que vai dar....quero que alguém abrace a causa da minha categoria, tão fomigerada, tão colocada nos fundos das gavetas do governo...ser educador hoje em dia é coisa de maluco, como dizia uma letra de música de quinta categoria. Mas, as eleições têm também seu lado bom, que é rever os velhos amigos, aqueles que dividíamos a pobreza da década de setenta, as canetinhas sylvapen, quem tinha de doze cores era rico, sempre tive as de seis cores, com os melhores amigos dividíamos o lápis verde berilo, que só tinha na caixa da Faber Castell, o lápis era um achado...tempo bom aquele, neste mesmo rumo educacional ainda existia  a repetência, só passava de ano quem realmente sabia fazer as lições, quem não sabia tomava pau...e olha nem por isso crescemos traumatizados, hoje é tudo diferente, passa gato e cachorro, sem saber o quanto é duas vezes dois, um absurdo matemático, agora os absurdos ortográficos são um caso a parte...prefiro falar dos encontros em dias de eleições...encontrei muitas pessoas, mas  duas foram especiais, a Merlei e a Amélia, a Merlei era minha melhor amiga, sempre muito tranquila, hoje estávamos lembrando que tínhamos treze pra catorze anos e ainda brincávamos de bonecas, quase todos os dias lá ia eu para o prédio onde a Merlei morava com um monte de sacolas de bonecas, pra brincar...e a Amélia é a mãe dela, mulher fofa, linda, generosa, amável, guardo ótimas recordações desta época boa, espero que a Maria Eduarda tenha também essas recordações....hoje a beira dos quarenta,somos professora e médica   ainda amigas....coisa boa, pra relembrar toda a nossa amizade passamos a tarde juntas, eu, minha mãe, minha avó, a Merlei, a Amélia, a minha linda Maria Eduarda, e Maria, amiga de infância de minha mãe...domingo pra lá de especial....
Beijos especiais
Erika